quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Amor não vadio...

A noite dorme silente.
O frio gela lá fora.
Chamo o sono. Faz-se ausente.
E o frio venceu-me agora...

Lareira almejo que aqueça
Meu peito onde escondo o frio;
De nada mais tenho pressa
Senão de amor não-vadio...

Amor só nosso é ternura
Que aquece a alma e que dura
Pelos tempos que hão-de vir...

Mas passa um dia e outro vem
Sem que à porta bata alguém
E eu volte a ser flor a abrir...

Caxias, 26/12/09
Maria Francília Pinheiro

4 comentários:

Paula Raposo disse...

Assim é, Francília. Tarda, tarda muito...beijinhos.

Henrique ANTUNES FERREIRA disse...

Francíliazita

Venho hoje aqui para te dizer que continuo a visitar-te, continuo a gostar de o fazer, continuo a achar excelente o teu blogue, continuo teu Amigo. (E não sou poeta, nem especialista no tema; mas está bem). E espero continuar assim durante este 2010 em que já estamos. A maior parte das vezes, não deixo cumentários, com o, porque não chego para as encomendas…

Muito obrigado pelo que me deste, que foi muito, e a que eu talvez não tenha correspondido como tu mereces. Vou tentar ser um pouquinho melhor nos 361 dias que se seguem. Mas, não prometo nada. Sou um malandro. Bom? Penso que menos mau… De qualquer maneira, oxalá o novo ano te traga o que entenderes melhor.

E peço-te desculpa por este ser um texto comum. Com a quantidade de gente como tu, não podia ser de outra maneira. Não sou uma centopeia, para chegar a toda a parte, muito menos um deus para ser omnipresente. Espero por ti, sempre que queiras visitar-me na minha Travessa.

Qjs

Paula Raposo disse...

Estou à espera de mais, Francília!
Beijinhos.

Osvaldo disse...

Cara Francília;

Os grandes poetas descobrem-se assim. Um toque da Paula, uma visita de curiosidade embora recomendado pela Paula é sinónimo de grande qualidade e a grande descoberta...
Parabéns e o que li mostrou que vale a pena por aqui passar.

bjs,
Osvaldo